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Fortaleza, Ceará, Brazil
Somos basicamente um Quarteto de Guitarras Elétricas. ♦ We are basically a electric guitar quartet. ♦ Formação: ►Philipe Brito◄ ►Paula Martins◄ ►Rodrygo Gadelha◄ ►Caio Viana◄

Demônios?


Não, não sou adorador de nada. Também não venho pregar nada. Na verdade venho perguntar: o que nossos Demônios interirores representam pra nós? O que são eles? Nossa essência ou "dark side"? Não... também não vim perguntar é verdade...a intenção é, na verdade, fomentar uma reflexão. Descobri que gosto de falar sozinho, descobri também que ao fazer isso falo com meu demônio de estimação (acho que posso chamá-lo assim) e ao fazer isso acabo por descobrir muita coisa sobre mim que só ele pode revelar. Descobri que na verdade nunca me separo dele, pelo simples fato de que não posso me separar de mim mesmo, e que ao tentar me livrar dos meus medos tento me livrar de mim. Meu medo não pode ser tirado de mim, o único caminho que ele pode tomar é o que o leva pra mais fundo dentro de mim, talvez na tentativa de encontrar o que chamamos de essência. Começo a acreditar que ao chegar lá, esse Demônio, consegue se fazer ouvir e diz: "não sou quem você pensa que eu sou, sou você." Bum! acordei....


Por quê isso no blog do Arlequim?

pelo simples fato do Arlequim trabalhar com essa abstração chamada música, que pode ser expressão... e pode não ser também. será que algo pode ser e não ser, dessa forma? física quântica... A minha música construo com meus Demônios...por isso não posso deixar eles saírem de mim, mas também duvido que eles consigam fazer música em algum lugar que não seja Eu.

Lembrete de utilidade pública: tudo isso é fruto da minha mente...cultivem as de vocês...com sementes diferentes,principalmente.

=) Philipe Brito- Arlequim Dourado

2 comentários:

  1. Show, agora vou ver se escrevo o meu post!

    Parabéns Philipe.

    Caio Viana

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  2. não é fácil conviver com esses demônios, pra usar uma palavra tua. mas sei que a gente já descobriu os nossos e isso é grande coisa. triste é pensar naquele que, numa vida inteira, nem ao menos suspeitou da existência deles.
    um abraço :*

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